PF investiga suspeito de compartilhar material de abuso sexual infantojuvenil em Natal

A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (29), uma nova fase da Operação Uiraçu em Natal. A ação investiga o compartilhamento de material de abuso sexual infantojuvenil.

Os policiais cumpriram um mandado de busca e apreensão contra um suspeito em Natal. Os equipamentos eletrônicos apreendidos serão submetidos à perícia pela corporação.

A investigação busca identificar possíveis vítimas e outros envolvidos. A PF destacou a preferência internacional pelo termo abuso sexual em vez de pornografia.

A instituição também orientou os pais a monitorarem o uso da internet pelos filhos. O diálogo aberto sobre segurança digital é considerado importante para a proteção.

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira (29/7), mais uma fase da Operação Uiraçu para combater o compartilhamento de material de abuso sexual infantojuvenil na internet em Natal.

Segundo a PF, foi cumprido um mandado de busca e apreensão na capital potiguar contra um suspeito de compartilhar material de abuso sexual de crianças e adolescentes. O nome do suspeito não foi divulgado.

Os equipamentos eletrônicos que foram apreendidos apreendidos na operação vão ser submetidos à perícia, de acordo com a polícia.

O objetivo é aprofundar as investigações, identificar eventuais vítimas e verificar a participação de outras pessoas nos crimes apurados.

➡️ Nova nomenclatura: A PF informou que, embora o termo “pornografia” ainda conste no Estatuto da Criança e do Adolescente, a comunidade internacional adota preferencialmente as expressões “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “violência sexual de crianças e adolescentes”, por refletirem com maior precisão a gravidade desses crimes.

A Polícia Federal reforçou também a orientação para pais e responsáveis acompanharem o uso da internet por crianças e adolescentes, como forma de reduzir riscos e proteger possíveis vítimas.

“O diálogo aberto sobre segurança no ambiente digital e a orientação para que crianças e adolescentes comuniquem situações suspeitas também são medidas importantes de proteção”, pontuou a corporação.

Fonte: g1 RN