O prefeito de Macapá, Dr. Furlan (PSD), o vice-prefeito Mário Neto e a secretária municipal de Saúde, Erica Aymoré, foram afastados dos cargos por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), após a Polícia Federal deflagrar a segunda fase da Operação Paroxismo.
A investigação apura supostas fraudes em licitações da saúde envolvendo contratos milionários ligados às obras do Hospital Geral Municipal de Macapá.
O esquema investigado envolve direcionamento de licitações, desvio de recursos e lavagem de dinheiro.
O prefeito de Macapá, Dr. Furlan (PSD), o vice-prefeito Mário Neto e a secretária municipal de Saúde, Erica Aymoré, foram afastados dos cargos por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), após a Polícia Federal deflagrar a segunda fase da Operação Paroxismo. A investigação apura supostas fraudes em licitações da saúde envolvendo contratos milionários ligados às obras do Hospital Geral Municipal de Macapá.
O esquema investigado envolve direcionamento de licitações, desvio de recursos e lavagem de dinheiro.
Os contratos sob suspeita estão ligados às obras do Hospital Geral Municipal de Macapá.
Com o afastamento, o presidente da Câmara Municipal de Macapá, Pedro Da Lua, assumiu interinamente a chefia do Executivo, conforme prevê a legislação.
A investigação inclui análise de contratos, perícia em documentos e rastreamento de movimentações financeiras.
O caso pode impactar diretamente o cenário político local, já que Furlan havia anunciado pré-candidatura ao governo do Amapá.
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O Ministério Público Federal afirma que a Secretaria Municipal de Saúde teria sido estruturada para favorecer a empresa Santa Rita Engenharia Ltda. O relatório indica que o edital incluiu exigências técnicas muito específicas, sem relação direta com toda a obra do Hospital Municipal.
Essas exigências, segundo os investigadores, funcionaram como barreira e teriam afastado outras empresas da concorrência.
Fonte: g1 RN
