Motoristas formam filas em postos com preço mais baixo após litro da gasolina passar de R$ 7 em Natal

Motoristas formaram filas em postos de combustíveis que ainda vendem gasolina a R$ 5,99 na manhã desta quarta-feira (6), em Natal.

O aumento pegou os motoristas de surpresa e denúncias sobre possível preço abusivo chegaram ao Procon, que iniciou uma fiscalização em alguns postos.

No mesmo dia, a Potigás confirmou um reajuste de 3,8% no gás natural veicular, passando o preço de venda para os postos a R$ 4,05.

Como consequência, vários motoristas buscaram os postos que ainda praticavam valores antigos nesta quarta (6) para buscar economizar na compra de combustível.

Motoristas formaram filas em postos de combustíveis que ainda vendem gasolina mais barata, na manhã desta quarta-feira (6), em Natal, após o preço do combustível chegar a R$ 7,49 em estabelecimentos da capital na terça-feira (5).

O aumento pegou os motoristas de surpresa e denúncias sobre possível preço abusivo chegaram ao Procon, que iniciou uma fiscalização em alguns postos.

No mesmo dia, a Potigás confirmou um reajuste de 3,8% no gás natural veicular, passando o preço de venda para os postos a R$ 4,05.

Como consequência, vários motoristas buscaram os postos que ainda praticavam valores antigos nesta quarta (6) para buscar economizar na compra de combustível.

Em um posto na avenida Felizardo Moura, onde o litro da gasolina ainda era vendido a R$ 5,99, motoristas prefereriram esperar mais alguns minutos por atendimento.

No levantamento de preços de combustíveis mais recente divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), na segunda-feira (4), o valor médio do litro da gasolina estava em R$ 6,41 – mais de R$ 1 mais barato.

Em um dos postos fiscalizados nesta terça em Natal, no bairro Planalto, Zona Oeste da cidade, o fiscal do Procon Carlos Alberto Freire explicou que o aumento foi justificado pelo crescimento do preço do combustível na Refinaria Clara Camarão, em Guamaré, que atualmente é privatizada.

Segundo o fiscal, o posto apresentou notas fiscais de compra que apontaram acréscimo de 0,25% no valor cobrado pela refinaria.

Os documentos, explicou o fiscal, vão ser analisados pelo Procon para verificar se houve abuso no preço final ou não. Em um primeiro momento, o posto não foi autuado.

Segundo o fiscal, cada possível aumento de preço vai ser analisado de forma individual para saber se há justificativa ou não para a mudança no valor.

Fonte: g1 RN