Ataques no RN, morte de influencer, empresário assassinado: confira as 10 matérias mais lidas do g1 RN em 2023

O ano de 2023 chega ao fim no domingo (31) e esse período foi marcado por diversas notícias e reportagens no Rio Grande do Norte.

Neste ano, as publicações do g1 RN puderam informar, contextualizar, entreter e também inspirar com histórias que ficaram marcadas e se tornaram conhecidas no Brasil e no mundo.

O g RN, portanto, organizou um ranking com as 10 matérias mais lidas deste ano – em ordem crescente:

A reportagem do dia 14 de março deste ano mostrou os reflexos do primeiro dia de ataques criminosos em diversas cidades do estado. O transporte público em Natal e Mossoró, as duas principais cidades do RN, foram recolhidos, e as aulas em universidades públicas, como UFRN, IFRN, UERN e Ufersa, foram canceladas.

Publicada em outubro, a matéria conta a história de um idoso de 83 anos que foi localizado via Whatsapp pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) para receber a indenização de um processo trabalhista que tramitava há 34 anos. Ele, no entanto, não acreditou nas mensagens enviadas, achou que estava sendo vítima de um trote, e precisou de uma ligação de vídeo dos servidores. O idoso contou ainda que nem lembrava desse processo.

O Spotted Festival anunciou, em março, que cancelou a apresentação de MC Pipokinha no evento, que aconteceria no dia 5 de agosto em Natal. O motivo foi a sequência de ataques da cantora a professores. Ela chegou a dizer que ganhava R$ 70 mil em 30 minutos de palco e que professores, para ganhar R$ 5 mil, precisavam estudar muito.

O empresário paulista Guilherme Deiroz Tosetti, de 39 anos, foi morto no dia 8 de maio na própria pousada em São Miguel do Gostoso, uma das cidades mais visitados por turistas no litoral do RN. O corpo dele foi encontrado no jardim da pousada, com ferimentos na cabeça e havia uma pedra suja de sangue ao lado dele. Havia pelo menos quatro perfurações na cabeça do empresário. Em dezembro, o g1 RN mostrou que sete meses depois do crime ninguém foi indiciado e as investigações seguem abertas.

Em junho deste ano, o encontro do cantor Zezé Di Camargo com dois irmãos gêmeos autistas em Natal repercutiu nas redes sociais pelo fato do artista imitar o movimento repetitivo feito por um deles. Os irmãos são fãs da dupla sertaneja Zezé Di Camargo e Luciano, que se apresentou no São João na capital potiguar. O influenciador digital Ivan Baron comentou o assunto nas redes sociais e chamou a atitude do cantor de capacitista.

Em abril deste ano, o influenciador digital Brendo Yan, de 27 anos, morreu em Natal depois de comer um bolinho de camarão e ter uma reação alérgica. A comida foi oferecida por um vizinho, que não sabia da alergia do influenciador. Ele chegou a ficar internado durante quatro dias, mas não resistiu e morreu no hospital.

O corpo da adolescente Emilly Roniclesia Porto Félix, de 15 anos, foi encontrado carbonizado na zona rural da cidade de Patu, após quatro dias de desaparecimento da jovem. O caso aconteceu no mês de julho. Peças de roupa da adolescente ajudaram na região ajudaram a encontrar o corpo. O suspeito do crime foi encontrado morto um dia antes em um quarto de uma pousada na cidade de Mossoró.

A morte do influenciador Brendo Yan após ingerir um bolinho de camarão comoveu o bairro em que ele vivia em Natal, a Redinha, onde o rapaz também tinha um bloco de carnaval. A despedida dele foi com festejos pelas ruas do bairro e com um estandarte do Bloco do Anjinho. A esposa de Brendo revelou que ele havia deixado uma carta previamente com esses pedidos para o próprio funeral.

A influenciadora digital Flávia Big Big morreu no dia 8 de maio aos 26 anos em Natal após travar uma luta contra um linfoma que havia descoberto em março. Ela também foi diagnosticada com anemia e problemas pulmonares nesse mesmo período. Natalense, Flávia tinha cerca de 250 mil seguidores apenas em uma rede social.

No dia 14 de março, pelo menos 19 cidades do Rio Grande do Norte foram surpeendidas com ataques criminosos a órgãos públicos, veículos e comércios. Esse dia marcou o início de uma série de ataques, que durou mais de 10 dias e se espalhou por praticamente todo o estado. A Força Nacional foi chamada ao Rio Grande do Norte no reforço da segurança pública.

Fonte: g1 RN